Nosso erros e a não violência por Mahatma Gandhi


            " Só quando se vêem os próprios erros através de uma lente de aumento, e se faz exatamente o contrário com os erros dos outros, é que se pode chegar à justa avaliação de uns e outros."

            " A  não-violência não existe se apenas amamos aqueles que nos amam. Só há não-violência quando amamos aqueles que nos odeiam. Sei que é difícil assumir essa grande lei do amor. Mas todas as coisas grandes e boas não são difíceis de realizar? O amor a quem nos odeia é o mais difícil de tudo. Mas, com a graça de Deus, até mesmo, essa coisa tão difícil se torna fácil de realizar, se assim queremos."

Fonte:gandhihpgvip.ig.com.br
Imagem:google

              Bom final de semana!!Bom feriado !!

Ação da prece


                             Você é o lavrador.
                 O outro é o campo.
                 Você planta.
                 O outro produz.
                 Você é o celeiro.
                 O outro é o cliente.
                 Você fornece.
                 O outro adquire.
                 Você é o ator.
                 O outro o público.
                 Você representa.
                 O outro observa.
                 Você é a palavra.
                 O outro  o microfone.
                 Você fala.
                 O outro transmite.
                 Você é o artista.
                 O outro é o instrumento.
                 Você toca.
                 O outro responde.
                 Você é a paisagem.
                 O outro é a objetiva.
                 Você surge.
                 O outro fotografa.
                 Você é o acontecimento.
                 O outro é a notícia.
                 Você age.
                 O outro conta.
                 Auxilie quanto puder.
                 Faça o bem sem olhar a quem.
                 Você é o desejo de seguir para Deus.
                 Mas, entre Deus e você, o próximo é a ponte.
                 O criador atende às criaturas, através das criaturas.
                É por isso que a oração é você, mas o seu merecimento está nos outros.


                             André Luiz


Fonte:Livro-O espírito da verdade-Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira-FEB


           

A cumbuca de ouro


       Eram dois vizinhos, um rico e outro pobre, viviam turrando. O gosto do rico era pregar peças no pobre.

         Certa vez o pobre foi à casa do rico propor um negócio. Queria que ele lhe arrendasse um pedaço de terra que servisse para a plantação duma roça de milho. O rico imediatamente pensou num pedaço de terra que não valia coisa nenhuma, tão ruim que nem formiga dava. Fez-se o negócio.

        O pobre voltou para sua choupana e foi com a mulher ver a tal terra. Lá chegados, descobriram uma cumbuca.

      _ Chi, mulher, esta cumbuca está cheia de moedas, venha ver!

         _ É de ouro!_disse a mulher._Estamos arrumados!...

    _ Não_ disse o marido, que era homem de muita honestidade. _ A cumbuca não está em terra minha e portanto não me pertence. Meu dever é dar conta de tudo ao dono da propriedade.

            E foi ter com o rico, ao qual contou tudo.

          _ Bem_disse este_ nesse caso desmancho o negócio feito. Não posso arrendar terras que dão cumbucas de ouro.

        O pobre voltou para sua choupana, e o rico foi correndo tomar posse da grande riqueza. Mas quando chegou lá só viu uma coisa: uma cumbuca cheia de vespas das mais terríveis.

           _ Ah!_ exclamou._ aquele patife quis mangar comigo, mas vou pregar-lhe uma peça.

          Botou a cumbuca de vespas num saco e encaminhou-se para a choupana do pobre.

        _ Ó compadre, feche a porta e deixe só a janela aberta. Tenho um lindo presente para você.

      O pobre fechou a porta, deixando só meia janela aberta.O rico, então, jogou lá dentro a cumbuca de vespas.

         _ Aí tem compadre, a cumbuca de moedas que você achou em minhas terras. Regale-se com o grande tesouro_ e ficou a rir de não poder mais.

          Mas assim que a cumbuca caiu no chão, as vespas se transformaram em moedas de ouro, que rolaram.

          Lá fora o rico ouviu o barulhinho e desconfiou. E disse:

           _ Compadre, abra a porta, quero ver uma coisa.

            Mas o pobre responde:

         _ Não caia nessa.estou aqui que nem sei o que fazer com tantas vespas em cima. Não quero que elas ferrem o meu bom vizinho. Fuja, compadre!...

             E foi assim que o pobre ficou rico e o rico ficou ridículo.

            Monteiro Lobato

Fonte:O livro das virtudes-William J. bennett
pág.387- Honestidade